Tradição das Fadas de vassouras

03 agosto, 2006


Obrigada amado meu,
Obrigada por não me amares tanto assim como eu a ti
Obrigada por não te apaixonares por mim como eu por ti
Pois graças a isso agora eu posso voar
Para bem longe ou para bem perto
Onde a minha vida e não a tua me chamar
Onde as minhas enormes asas
Que Tanta necessidade tem de se abrir
Quiserem ir
E me mostrar quão fortes estão
E de quanto espaço necessita
Se não fosse assim
Me conformaria, amado meu
Em permanecer encolhida, pequena, menos do que sou
Fingindo ser uma galinha,
Quando águia sou...
Obrigada por não me amares tanto assim
Pois é pela dor, pela falta, pelo pouco... Que vôo além, muito além...
Do mundo do pouco ao infinito mundo
Sem as portas, as janelas, as muralhas.
Que meu coração aceitaria Se tu me amasse tanto assim
Abri de novo minhas potentes asas.
Adeus.

ASSIM SEJA !!!